Moodle UFOP: Exclusão de Conteúdos e Como Salvar o Backup

A UFOP vai apagar em outubro os conteúdos de 2016 e 2017 do Moodle. Veja como salvar o seu backup e por que isso é aviso para todo AVA.

por Cleverson Gouvêa

Tela do Moodle UFOP com aviso de exclusão de conteúdos didáticos de 2016 e 2017

A UFOP anunciou em 23 de agosto de 2026 que vai apagar em definitivo os conteúdos didáticos de 2016 e 2017 guardados no Moodle UFOP dos cursos presenciais de graduação. Não é um aviso isolado. É o sintoma de um problema que quase toda instituição com um AVA antigo carrega: disco cheio, uma década de disciplina empilhada e nenhuma política de retenção escrita no papel.

Neste post explico o que será excluído, como pedir o backup antes de outubro, o que o arquivo .mbz leva (e o que deixa para trás) e como montar uma política de retenção que libera disco sem destruir o acervo pedagógico.

TL;DR

  • O que muda: os conteúdos didáticos das disciplinas dos cursos presenciais de graduação guardados no Moodle UFOP entre 2016 e 2017 serão excluídos de forma definitiva em outubro de 2026.
  • Quem assina: Prograd e Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI). Motivo declarado: melhorar a gestão do espaço de armazenamento de TI.
  • Como salvar: o docente pede o backup ao Suporte Moodle informando disciplina e ano/semestre de oferta, pelo e-mail [email protected].
  • O prazo é curto: o comunicado saiu em 23/08/2026 e a exclusão está marcada para outubro. São semanas, não meses.
  • A lição para as demais instituições: exclusão em massa sem tabela de temporalidade escrita é risco de gestão, não economia de disco.

O que a UFOP anunciou sobre o Moodle e por que o aviso importa

O comunicado é objetivo. Segundo a nota publicada pela Universidade Federal de Ouro Preto em 23 de agosto de 2026, os conteúdos didáticos das disciplinas dos cursos presenciais de graduação armazenados no Moodle UFOP entre 2016 e 2017 serão excluídos de forma definitiva em outubro de 2026. A medida é assinada em conjunto pela Prograd e pela DTI, e a justificativa oficial é melhorar a gestão do espaço de armazenamento de TI da instituição.

Quem precisar do material deve pedir um backup à equipe de Suporte Moodle, indicando a disciplina e o ano/semestre de oferta, pelo e-mail [email protected].

Parece um recado interno de uma universidade mineira. Não é. O caso do Moodle UFOP se repete, com outras datas e outras siglas, em praticamente todo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) institucional que passou dos oito anos de operação. Trabalho com infraestrutura Moodle há mais de uma década e o roteiro é sempre o mesmo: o AVA nasce sem política de retenção, cresce com o backup automatizado mal configurado "por causa do disco", e um dia a TI precisa de 40% do storage de volta. A decisão deixa de ser pedagógica e vira operacional. O ponto, aqui, é entender esse mecanismo.

Moodle UFOP — quais ambientes existem e o que entra na exclusão

Antes de sair pedindo backup, vale entender que a UFOP não opera um Moodle só. O ecossistema tem frentes distintas:

  • moodle.ufop.br — o ambiente de graduação a distância coordenado pelo Centro de Educação Aberta e a Distância (CEAD), que atende os cursos de Administração Pública, Pedagogia, Matemática e Geografia.
  • virtual.ufop.br — o UFOP Virtual, porta de entrada dos serviços digitais acadêmicos.
  • Instâncias departamentais e de extensão, criadas ao longo dos anos para demandas específicas.

O comunicado delimita o escopo do que sai do Moodle UFOP em uma frase: cursos presenciais de graduação, biênio 2016–2017. O anúncio não fala em apagar o acervo da graduação EaD do CEAD. Ainda assim, não deduza escopo a partir de nota de portal: confirme com a DTI em qual instância a sua disciplina está antes de assumir que ela ficou de fora.

Essa fragmentação é a primeira armadilha do Moodle UFOP e de qualquer AVA universitário grande. Quando existem três ou quatro instâncias, cada uma com política de backup própria (ou nenhuma), ninguém responde com segurança "onde está o meu material de 2017?". Atalho prático: o link de matrícula da turma de 2017 costuma estar na sua caixa de entrada e carrega o domínio da instância. Se não estiver, em Meus cursos o filtro por cursos passados lista disciplinas já ocultas.

Como pedir o backup no Moodle UFOP antes de outubro de 2026

O procedimento divulgado é simples, mas o volume de pedidos concentrado nas últimas semanas trava qualquer equipe de suporte. Peça cedo:

  1. Levante a lista completa. Não peça uma disciplina por vez. Monte uma planilha com nome, código, curso, ano e semestre — todas as ofertas de 2016 e 2017 que você quer preservar.
  2. Mande um único e-mail para [email protected] com a planilha anexada. Um chamado com dez linhas é muito mais fácil de atender do que dez chamados.
  3. Peça o formato explicitamente. O backup nativo do Moodle UFOP gera um arquivo .mbz. Se você também quer os arquivos brutos (PDFs, vídeos, apresentações) em pasta comum, diga isso — não é o padrão.
  4. Combine o meio de entrega. Arquivos de curso passam de 1 GB com facilidade. E-mail não serve; nuvem institucional ou link temporário precisam ser acordados antes.
  5. Valide o que chegou. Um .mbz que ninguém abriu não é backup, é esperança.
  6. Guarde em dois lugares. Uma cópia no armazenamento institucional e outra fora dele. A regra 3-2-1 existe há décadas porque funciona.

Se a disciplina tem material que você mesmo produziu e ainda usa, é hora de repensar a distribuição. Conteúdo que precisa sobreviver a políticas de retenção institucionais fica melhor em um repositório sob seu controle — e, para quem vende cursos, dentro de um ambiente próprio com aplicativo Moodle personalizado, onde a retenção é decidida por quem opera a plataforma.

Backup de curso: o que o .mbz leva e o que fica para trás

O .mbz é o formato nativo de backup de curso do Moodle — um pacote compactado que só faz sentido dentro de outro Moodle. Entender o que ele carrega evita a pior surpresa possível: descobrir na restauração que o backup não tinha o que você precisava. Vale para o Moodle UFOP e para qualquer instalação.

O que normalmente entra

  • Estrutura do curso: seções, tópicos, ordem e configurações.
  • Recursos e atividades: páginas, arquivos, tarefas, questionários, fóruns, glossários, SCORM.
  • O banco de questões associado ao curso.
  • Blocos, filtros e configurações locais da disciplina.

O que depende de marcação (ou fica de fora)

  • Dados de usuário: envios dos alunos, tentativas de questionário, mensagens de fórum e notas só entram se a opção de incluir dados de usuário estiver marcada — e esse direito costuma ser restrito a administradores, não a professores.
  • Usuários matriculados e papéis: idem, com implicações de LGPD que vemos adiante.
  • Logs e histórico de acesso: normalmente não acompanham o pacote.
  • Plugins de terceiros: se o curso usa um plugin que não existe no Moodle de destino, aquela atividade simplesmente não restaura.

A documentação oficial detalha cada opção em Course backup — dez minutos de leitura que mudam o que você vai pedir no chamado.

Teste a restauração antes de confiar no arquivo

Backup não verificado não conta. O teste mínimo: subir um Moodle local (Docker resolve em uma tarde), restaurar o .mbz num curso vazio e conferir se os arquivos abrem, se o banco de questões veio íntegro e se as atividades estão na ordem certa. Se falhar, ainda dá tempo de voltar ao suporte. Em outubro, não dará.

Backup manual, automatizado e arquivamento: o que resolve o quê

Boa parte da confusão em gestão de AVA vem de tratar essas coisas como sinônimos. No Moodle UFOP e em qualquer outra instalação, elas resolvem problemas diferentes:

Mecanismo Quem executa O que resolve Limitação principal
Backup manual de curso Professor ou administrador Salvar uma disciplina específica sob demanda Depende de alguém lembrar; não escala para milhares de cursos
Backup automatizado Cron do servidor, por agendamento Cobertura contínua do site sem ação humana Consome disco e janela de processamento; pula cursos conforme configuração
Arquivamento / retenção Política institucional + ferramenta Liberar storage preservando o que tem valor Exige decisão de gestão escrita, não só configuração técnica
Exclusão definitiva Administrador Recuperar espaço imediatamente Irreversível; sem backup prévio, é perda de acervo

O aviso do Moodle UFOP é a quarta linha da tabela sendo acionada porque a terceira nunca foi formalizada. Não é um problema de servidor: é de governança, e apenas aparece no servidor.

Backup automatizado: a rede de proteção que quase ninguém configura direito

O Moodle traz backup automatizado nativo em Administração do site → Cursos → Backups → Configuração de backup automatizado. Ele roda pelo cron e, segundo a documentação oficial, aplica filtros que enganam muito administrador:

  • Pular cursos ocultos — habilitado por padrão como "Sim". Cursos antigos costumam estar ocultos. Logo, costumam não estar no backup automático.
  • Pular cursos não modificados desde X dias — padrão de 30 dias. Uma disciplina de 2017 não é modificada há anos.
  • Pular cursos não modificados desde o backup anterior — padrão "Não".

Junte os dois primeiros e você tem a explicação técnica de por que o acervo de 2016–2017 do Moodle UFOP e de tantas outras instituições existe em uma cópia só: a do disco de produção. O backup estava ligado — só que configurado para ignorar exatamente aquilo. É o detalhe que só aparece quando alguém tenta restaurar. A mesma tela permite definir retenção: excluir backups mais antigos que N dias, mantendo um mínimo de cópias. Configurar isso é o que transforma backup em política.

Política de retenção: o que a lei exige e o que ela não exige

Aqui está o que mais gera insegurança em coordenação de curso: "podemos apagar?".

Portaria AN/MJ 92/2011 e Portaria MEC 1.261/2013

Instituições federais de ensino superior não improvisam prazo de guarda. A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo relativos às atividades-fim das IFES foi aprovada pelo Arquivo Nacional por meio da Portaria AN/MJ nº 92, de 23 de setembro de 2011, e a Portaria MEC nº 1.261, de 23 de dezembro de 2013, tornou obrigatório o uso desse código e dessa tabela em todas as IFES.

A distinção que importa: a tabela trata de documentos de arquivo — históricos, atas, diários, processos de matrícula, registros de diploma. Material didático de apoio (um slide, um PDF de leitura, um vídeo gravado pelo professor) em geral não entra nessa categoria de guarda obrigatória. É por isso que uma universidade consegue apagar conteúdo de 2016 do Moodle UFOP sem descumprir a legislação arquivística: o que a lei manda preservar está no sistema acadêmico, não no AVA. O conteúdo pode ser legalmente descartável e institucionalmente valioso ao mesmo tempo — só uma política escrita separa os dois.

LGPD: eliminar é a regra, guardar é a exceção

Vale o contraponto. Pelo artigo 16 da LGPD, os dados pessoais devem ser eliminados após o término do tratamento, ressalvadas hipóteses como cumprimento de obrigação legal ou regulatória, estudo por órgão de pesquisa (com anonimização sempre que possível) e uso exclusivo do controlador, desde que anonimizados. A ANPD reforça que a lei não fixa prazo único: ele decorre da finalidade do tratamento.

Traduzindo para o AVA: manter para sempre envios de tarefa e notas de alunos formados há dez anos não é prudência, é passivo. Um backup sem dados de usuário preserva o material pedagógico e derruba boa parte do risco. Um com dados de usuário exige base legal, controle de acesso e prazo definido. Quem pede o backup no Moodle UFOP precisa saber qual dos dois está pedindo.

Moodle 5.2, 5.3 e as ferramentas de quem arquiva cursos

Do lado do produto, a plataforma vem melhorando nesse ponto. O Moodle 5.2 foi lançado em 20 de abril de 2026 com itens ligados a arquivamento em escala:

  • Nomes de arquivo de backup configuráveis (MDL-84440), definidos por template — é o que permite uma nomenclatura rastreável quando o acervo tem dezenas de milhares de .mbz.
  • Exclusão de curso por shortname ou ID number, que reduz erro humano em integrações com o sistema acadêmico.
  • Reset assíncrono de cursos grandes (MDL-85517), que evita travar a interface em operações pesadas.

A LTS em uso hoje é a 4.5, e a próxima será a Moodle 5.3, prevista para outubro de 2026 — o mesmo mês da exclusão anunciada no Moodle UFOP. Para instituições públicas, que padronizam em LTS, esse é o momento de planejar: migrar para a 5.3 e, no mesmo projeto, definir a política de retenção.

Checklist para não repetir o caso do Moodle UFOP na sua instituição

Se você administra um AVA institucional, este é o roteiro que aplico em auditoria de ambiente Moodle:

  1. Meça antes de decidir. Levante o tamanho por curso e por ano. Em quase todo AVA maduro, uma minoria de cursos ocupa a maior parte do disco — e costumam ser vídeos que deveriam estar num serviço de streaming, não no moodledata.
  2. Revise os filtros do backup automatizado. Especialmente "pular cursos ocultos" e a janela de 30 dias. É a correção de maior impacto e menor custo.
  3. Escreva a tabela de temporalidade do AVA. Quantos anos de material guardar? Com ou sem dados de usuário? Quem autoriza a exclusão? Duas páginas resolvem.
  4. Separe mídia pesada do Moodle. Vídeo em repositório externo com embed reduz storage e melhora a entrega — inclusive no uso do app Moodle em modo offline, onde o tamanho do pacote baixado é o gargalo real do aluno.
  5. Automatize o arquivamento, não só o backup. Cursos além do prazo saem da produção para um storage frio, com índice consultável. Não somem: mudam de lugar.
  6. Comunique com antecedência real. Seis semanas é apertado; um semestre é razoável.
  7. Teste restauração trimestralmente. Um .mbz por amostragem, restaurado em homologação.

Quem vende cursos tem um motivo extra para levar isso a sério: o acervo é ativo comercial. Quem compara o app Moodle oficial com um aplicativo próprio costuma descobrir no processo que o problema não era o app — era não saber onde o conteúdo estava.

Conclusão: arquivar é decisão de gestão, não de disco

O aviso do Moodle UFOP lembra que espaço em disco é o sintoma, não a doença. Nenhuma instituição chega a "vamos apagar dois anos de acervo" por causa de storage caro — chega por falta de uma regra escrita sobre o que guardar, por quanto tempo e em qual formato.

Se você é docente e usa o Moodle UFOP no dia a dia, a ação desta semana é uma só: liste as disciplinas de 2016 e 2017 que importam e mande o pedido para [email protected] antes que a fila encha. Se administra um AVA, revise os filtros do backup automatizado hoje e agende a conversa sobre temporalidade para este semestre.

Na Agathas Web trabalho há anos com infraestrutura Moodle, migração de ambientes e apps personalizados para instituições de ensino. Se ninguém aí sabe o tamanho do acervo nem onde estão as cópias, comece pelo diagnóstico — medir custa uma tarde e evita um comunicado de emergência como o do Moodle UFOP neste agosto.

Perguntas frequentes

Os conteúdos de 2016 e 2017 do Moodle UFOP serão mesmo apagados?

Sim. Segundo comunicado publicado pela Universidade Federal de Ouro Preto em 23 de agosto de 2026, os conteúdos didáticos das disciplinas dos cursos presenciais de graduação armazenados na plataforma Moodle entre 2016 e 2017 serão excluídos de forma definitiva em outubro de 2026. A medida é assinada pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e pela Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI), e a justificativa declarada é melhorar a gestão do espaço de armazenamento de TI da instituição. A exclusão é definitiva: depois dela não há recuperação pela via ordinária. Quem precisa do material precisa solicitar o backup antes do prazo, e o comunicado saiu com poucas semanas de antecedência.

Como solicitar o backup de uma disciplina antiga no Moodle UFOP?

O caminho divulgado é enviar a solicitação à equipe de Suporte Moodle pelo e-mail [email protected], indicando a disciplina e o ano/semestre de oferta. Na prática, consolide tudo em um único e-mail com uma planilha contendo nome da disciplina, código, curso, ano e semestre — é bem mais rápido de atender do que vários chamados avulsos. Especifique também o formato desejado: o backup nativo gera um arquivo .mbz, que só abre dentro de outro Moodle. Se você quiser os arquivos brutos (PDFs, vídeos, apresentações) em pasta comum, peça explicitamente, porque não é o comportamento padrão. E combine o meio de entrega: cursos com vídeo passam facilmente de 1 GB e não cabem em anexo de e-mail.

O arquivo .mbz do Moodle guarda os envios dos alunos e as notas?

Só se a opção de incluir dados de usuário estiver marcada no momento do backup — e esse recurso costuma ser restrito a administradores, não a professores. Por padrão, o .mbz preserva a estrutura do curso, os recursos e atividades, o banco de questões e as configurações da disciplina, mas não os envios de tarefa, tentativas de questionário, mensagens de fórum, notas nem os usuários matriculados. Logs de acesso normalmente também ficam de fora, e atividades que dependem de plugins de terceiros não restauram se o plugin não existir no Moodle de destino. Vale notar que backup com dados de usuário carrega dados pessoais e exige base legal, controle de acesso e prazo de guarda definidos.

Uma universidade pode apagar material didático antigo sem violar a lei?

Em geral, sim. A Tabela de Temporalidade e Destinação de Documentos de Arquivo das atividades-fim das IFES, aprovada pela Portaria AN/MJ nº 92, de 23 de setembro de 2011, e de uso obrigatório por força da Portaria MEC nº 1.261, de 23 de dezembro de 2013, trata de documentos de arquivo — históricos, diários, atas, processos de matrícula, registros de diploma. Material didático de apoio (slides, PDFs de leitura, vídeos de aula) normalmente não integra essa categoria de guarda obrigatória, e os registros acadêmicos que a lei exige preservar ficam no sistema acadêmico, não no AVA. Pela LGPD, aliás, manter indefinidamente dados pessoais de alunos formados há uma década é o oposto de prudência: o artigo 16 estabelece a eliminação após o término do tratamento como regra.

Como evitar que a minha instituição chegue nesse mesmo aviso?

Três medidas resolvem a maior parte dos casos. Primeiro, revise os filtros do backup automatizado do Moodle: os padrões pulam cursos ocultos e cursos não modificados nos últimos 30 dias, o que na prática deixa justamente o acervo antigo fora da rotina de cópia. Segundo, escreva uma tabela de temporalidade específica do AVA — quantos anos guardar, com ou sem dados de usuário, quem autoriza a exclusão. Duas páginas bastam. Terceiro, tire mídia pesada de dentro do moodledata: vídeo em repositório externo com embed derruba o consumo de disco e melhora a entrega ao aluno. E teste restauração por amostragem a cada trimestre, porque backup não verificado não conta como backup.